Gerar conteúdos no marketing digital é uma consequência

Podemos afirmar que gerar conteúdos no Marketing Digital é consequência? Eis uma pergunta que soa como uma provocação e nos leva a uma análise que escapa à abordagem superficial de por que empresas do mundo inteiro investem em conteúdo como ferramenta promocional de Marketing.

Temos que, em primeiro lugar, definir o que é conteúdo. As definições formais apontam que conteúdo é algo que está contido dentro de alguma coisa ou o assunto contido em um documento. Poderíamos aprofundar um pouco mais o conceito e dizer que conteúdo é, do ponto de vista utilitário, uma forma de dizer algo ou entregar algum benefício.

O conteúdo de uma embalagem é um produto e esse produto é uma forma, que foi gerada por alguém com um propósito. Da mesma maneira, podemos afirmar que o conteúdo jornalístico é uma forma própria para entregar informação, que pode estar contido em um jornal, um programa de rádio ou televisão, ou, ainda, um site de notícias. Há, portanto, diferentes formas de entregar conteúdo jornalístico.

Podemos, pois, discorrer sobre os mais diversos tipos de conteúdo, produzidos com os mais diferentes propósitos. No caso em questão, o conteúdo produzido para o fim de alimentar políticas promocionais de Marketing Digital é uma tática que tem como propósito aproximar consumidores de marcas, empresas e produtos, sem, necessariamente, recorrer à abordagem persuasiva da publicidade.

É uma questão interessante, que precisamos aprofundar, não só tendo em conta a necessidade de compreender o boom do Marketing de Conteúdo, mas de apontar caminhos para que as empresas possam se sobressair dentro de uma realidade que ainda é nova e precisa ser melhor explorada.


Uma abordagem histórica importante

Sabemos, efetivamente, que o conteúdo não é uma descoberta do Marketing Digital. Ele está presente na pré-história, quando os homens desenhavam figuras nas paredes das cavernas. Aquela era uma forma de comunicação, uma espécie de embrião da arte como forma de expressão humana.

Um quadro, uma gravura, uma escultura, uma encenação, tudo isso é conteúdo. Com a escrita, o conteúdo ganhou sua melhor forma, uma vez que essa ferramenta se vale das palavras e das frases, que transcrevem, de modo objetivo, o pensamento humano e as ideias de uma maneira estruturada.

Quando alguém produz um conteúdo é porque quer ou precisa dizer algo a alguém. Podemos dizer que o conteúdo é a embalagem do capital intelectual humano. Quase todo conhecimento produzido está nos livros, nas páginas dos relatórios, nas páginas dos jornais e, no século XXI, está no Google.

O Google tornou-se o grande mapa da humanidade, um verdadeiro oráculo. “Procura no Google”, é o que você ouve quando manifesta a alguém uma dúvida.

Mas como é que as pessoas se informavam antes do Google? Por meio dos livros, dos jornais, das revistas, do noticiário do rádio e da TV. E a pergunta que salta à frente dos nossos olhos é: “como as empresas se comunicavam antes do Google?” Mais uma vez, por meio dos jornais, das revistas, da programação do rádio e da TV.

Podemos, então, perceber que a ligação entre conteúdo comercial e conteúdo informativo é uma coisa bem antiga. O meio para isso era a publicidade, um conjunto de técnicas persuasivas, cujo propósito era fazer as pessoas pensarem de uma determinada forma sobre um produto específico. O objetivo era que elas se sentissem inclinadas a consumir aquele produto, uma vez convencida de que era ele o que melhor satisfazia uma necessidade ou uma expectativa de consumo.


Uma mudança no modo como as pessoas buscam informação

Uma das primeiras atividades humanas a migrar para a internet foi o jornalismo. Primeiro, vieram os blogs jornalísticos e os portais alternativos de notícia. Em seguida, as grandes corporações de comunicação instalaram-se na internet. Veio o Youtube, o Netflix, o Facebook, não necessariamente nessa ordem, e a internet se transformou rapidamente no maior canal de conteúdo de que já se teve notícia na história da humanidade.

A internet é o principal marco da chamada “Era do Conhecimento”, em que as pessoas compartilham conhecimento gratuitamente na rede. Os meios tradicionais de informação, assim como as campanhas publicitárias naqueles veículos, continuam existindo. O que mudou foi a forma como as pessoas buscam informação. Elas assistem ao noticiário da TV, mas também buscam os blogs para ter visões diferentes sobre os mais diversos assuntos. 

Além disso, elas buscam informações relacionadas ao consumo ou a como melhorar os resultados dos seus negócios. Podemos resumir, dizendo que as pessoas buscam a internet para solucionar problemas.

Está estabelecida a ponte entre quem busca a solução e a solução, propriamente dita. Cabe às empresas preencherem esse canal que leva o consumidor à sua proposta de valor. Sob esse prisma, fica evidente que gerar conteúdos no Marketing Digital é uma consequência do próprio comportamento do consumidor. É, pois, uma consequência natural de uma oportunidade que se oferece e precisa ser explorada pelas empresas.


O desafio dos conteúdos no Marketing Digital

Está explicado por que as empresas produzem conteúdos aos lotes, que vão desde artigos e infográficos aos videocasts e webinars. Elas perceberam que as pessoas procuram por soluções na internet, e essa é uma oportunidade para serem encontradas por essas pessoas.

Nesse ponto, o marketing e o conteúdo celebram um casamento perfeito, mas é preciso compreender a função do marketing dentro da estratégia de negócios. Trata-se de uma disciplina de negócios que tem como função fazer a aproximação entre o público-alvo da empresa e sua marca, seus produtos e seus serviços.

É curioso pensar na simplicidade de todo esse processo. Você produz conteúdos sobre temas relacionados à sua marca, divulga nas redes sociais, usa as técnicas de SEO para referenciar o conteúdo no Google, atrai pessoas para o seu site, tenta convertê-las em leads, fala sobre a solução que você tem para o problema delas e... bingo!

A verdade, no entanto, é que se fosse assim, todos estariam surfando na onda do sucesso. O problema é que todo mundo resolveu fazer Marketing de Conteúdo. Vale ressaltar, aqui, que todo mundo está certo. A questão é que para você se sobressair precisa estar mais certo que os demais.

Há diversas questões que você precisa responder, tais como:

  • qual o conteúdo certo para a minha campanha?
  • como eu faço para que o meu conteúdo se sobressaia aos demais?
  • quais técnicas eu preciso usar para que o conteúdo oferecido cumpra o seu papel?
  • quem vai produzir meu conteúdo e qual o custo de fazer isso profissionalmente?
  • como eu faço para que meu conteúdo seja encontrado?
  • como usar o conteúdo de terceiros como ponte para os meus resultados comerciais?

Então, entramos por um caminho repleto de outras perguntas:

  • seu conteúdo carrega consigo a personalidade de sua marca?
  • seu conteúdo é diferenciado, seja pela qualidade, seja pela forma como ele é entregue, pelo tom e estilo adotado?
  • você já pensou em parcerias estratégicas e novos formatos para atrair mais público para o seu conteúdo?
  • você conhece bem o seu público e consegue falar de uma forma que ele enxergue em você um parceiro confiável?

Sim, são muitas perguntas, mas você precisa responder. Entregar conteúdo em marketing digital é uma consequência do comportamento do consumidor, que cada vez mais compra online. Isso não significa que basta você produzir conteúdo para obter resultados em vendas.

Ainda estamos falando de marketing, de uma disciplina estratégica de negócios. Isso significa que você precisa entregar o conteúdo certo para as pessoas certas, pelos canais certos, com uma comunicação atraente e adequada a essas pessoas. Você precisa ter políticas promocionais pós-conteúdo. É necessário dominar conceitos como marketing direto, marketing de relacionamento, CRM, posicionamento, branding e outros.

Ficou intrigado com o artigo? Era esse o propósito. Reconhecer o problema é o primeiro passo para encontrar a solução. O segundo é entrar em contato com a RedaWeb. 

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