ímã atraindo pessoas

O princípio básico do marketing é entender e atender as necessidades do consumidor. Dessa forma, são criadas inúmeras técnicas para realizar adequadamente essa tarefa, firmando uma livre e fluída comunicação entre a empresa e o cliente. O marketing ganhou força a partir de meados dos anos 1980, mas quando se uniu a tecnologia se tornou vital para qualquer tipo e tamanho de empresa sobreviver e se desenvolver. 


O marketing não tem como único objetivo a venda de produtos e serviços, mas está associado a tudo que envolva o processo que vai desde a identificação da necessidade do cliente para criação do produto, sua produção, logística, comércio e pós venda. Com a estratégia certa e com olhar global, é possível atingir lucros e crescimento capaz de sobressair a marca da concorrência. 


O princípio do marketing


Hoje o marketing faz parte de todas as empresas, sendo primordial para que ela possa se comunicar com o seu cliente e se destacar diante da concorrência. Mas sua ideia remonta de mais de 550 anos! Porém, foi no século XX que ele se tornou uma ciência e começou a ser efetivamente estudado e posto em prática. 


A criação da prensa por Gutenberg, provocou uma revolução social no período de 1450. Mesmo que poucas pessoas tivessem acesso à leitura e a livros, suas publicações eram feitas por escrito, ou seja, produzidos manualmente, um por um. Com a prensa, foi possível multiplicar de forma mais rápida e limpa textos e imagens. 


Com o contato com a linguagem escrita, foi possível ampliar a educação e a informação de pessoas, assim como expandir a informação jornalística e a divulgação de comércios e serviços através de anúncios. E são exatamente esses anúncios que iniciaram o que hoje chamamos de marketing. 


Mas só no século XVII que os jornais começaram a ser publicados em massa. E a melhor forma que encontraram para se manter foi oferecendo o espaço de suas páginas para a divulgação de anúncios. A parceria foi tão bem-sucedida, que é usada até hoje, já que qualquer negócio poderia utilizar o espaço para ampliar sua divulgação, enquanto o jornal conseguia se manter como negócio. 


O marketing iniciou com a ferramenta de outbound, que leva a informação do produto até o consumidor, sem antes criar um vínculo com ele. Uma divulgação crua e objetiva, indicada as pessoas que estavam lendo o conteúdo jornalístico, mas com um anúncio mais informativo que encantador e que visada falar sobre o produto em si e onde encontrá-lo. Dessa forma, o consumidor, muitas vezes, sequer entendia para que ele servia nem se lhe poderia ser útil. 


Além dos anúncios, os panfletos eram utilizados e entregues diretamente para as pessoas na rua, até que foi identificada a possibilidade de incluir um único anúncio numa via pública e que pudesse atingir um número grande de pessoas. Além dos pôsteres espalhados pelas ruas, começou também a ser utilizado os outdoors, que eram bem maiores, posicionados em locais altos e que poderiam ser vistos a longa distância. 


Com o boom dos rádios, os anúncios passaram também a serem comercializados através de áudios, atendendo os mesmos princípios comerciais dos jornais e revistas. Esse novo braço do marketing foi o embrião para a TV e o telemarketing, a partir do maior número de vendas de aparelhos de televisão e de telefone nas casas. 


O telemarketing começou a ser usado de forma mais efetiva na década de 1970, com telefonistas oferecendo produtos diretamente ao consumidor, a partir de ligações telefônicas. Embora seja visto até hoje como problemático, já que esbarra na invasão de privacidade e no uso de dados pessoais, o telemarketing foi se adaptando as décadas seguintes e ainda hoje é visto como um potencial poder de vendas de produtos e serviços. 


Já os anúncios de TV foram um sucesso ao longo do tempo, pela grande abrangência de público. Mas esbarra até hoje em ser o tipo de anúncio mais caro entre as mídias, não sendo tão acessível a maior parte dos comerciantes.


Com a velocidade de novas formas de comunicação, o marketing também foi se adaptando a elas e expandindo, não só a popularidade, mas também as ferramentas de uso. Com o acesso cada vez mais abrangente a informação, o consumidor foi se tornando mais exigente e em busca de produtos e serviços que fossem mais de acordo com seu estilo de vida e necessidade. 


Junto ao desenvolvimento crítico do consumidor, também surgiu a tecnologia e o acesso a internet. O marketing tradicional identificou um potencial gigante de expansão, criando um braço chamado de marketing digital. Dessa forma, foram formadas novas ferramentas e ações a partir do próprio conhecimento da tecnologia, que culminaram com o acesso irrestrito de todo tipo e tamanho de empresa, para todo perfil de consumidor. 


No marketing digital, o inbound marketing passou a ser o caminho principal a ser seguindo,  quando as ações são criadas para identificar o consumidor ideai e então educá-lo para que possa identificar a necessidade do seu produto. Esse direcionamento pode ser amplamente identificado nas redes sociais. 



Muito além da arte de vender


Hoje o marketing está presente na vida de todos, em qualquer atividade. Seja realizando uma busca num site de pesquisa, caminhando pela rua ou assistindo um programa de TV. Mesmo que não seja em anúncios, o marketing vem ganhando uma amplitude cada vez maior em sua definição, já que vai muito além da simples venda, indo para a criação de conceitos, comunicação, troca para clientes e também toda a sociedade. 


De uma forma bastante simplificada, o marketing pode ser compreendido hoje como a fusão entre o que o cliente deseja e os objetivos da empresa. Fazendo isso através do planejamento, da pesquisa, da busca por um melhor posicionamento no mercado e, sobretudo, em oferecer valores tanto para o consumidor, quanto para a empresa. 


O professor Jerome McCarthy criou um conceito que passou a ser muito utilizado pelo marketing, que são os 4Ps, sendo difundido por Philip Kotler. Eles identificam como Produto, Preço, Praça e Promoção, os principais pilares de uma bem-sucedida estratégia de marketing. 


Como produto, identifica-se aquilo a ser comercializado e a ser oferecido ao cliente. Seja em forma de produto ou serviço, indo de qualidade, segurança, garantia, assistência técnica e outros. Esse produto é identificado como algo a ser adquirido, requisitado, apreciado ou consumido, seja por uma necessidade real ou para satisfação de desejos. 


O preço não é só somar os custos de produção, transporte, divulgação e lucro, já que há uma complexidade de fatores que o definem para mais ou para menos do que se espera. Há fatores subjetivos importantes a serem identificados, tornando o valor muito mais estratégico para posicionamento da marca. Entre eles, a exigência do mercado, mas, principalmente, o quanto o consumidor dispõe a pagar por ele. 


Já a praça é a forma como o produto será distribuído ao seu consumidor. Sua definição será encontrada após análise de como o consumidor reage e onde estão suas necessidades para aquisição. A promoção, por sua vez, é a visualização do marketing em si, por ser a forma direta de divulgar o produto. 


Além do marketing digital, braço tecnológico da ciência, há outros tipos de marketing como o de conteúdo, o inbound marketing, o outbound marketing, marketing de relacionamento, marketing de produto, marketing de guerrilha, marketing viral, marketing empresarial, endomarketing, marketing social e marketing pessoal, cujos canais de ação serão definidos a partir do tipo de marketing definido.


Além disso, todas as ações de marketing precisam ser orientadas pela pesquisa do mercado, como forma de obter dados fundamentais para traçar uma estratégia. Com ela, é possível traçar decisões embasadas em fatos e não subjetivas. Ela identifica o público-alvo, assim como o desenha o seu perfil, forma de consumo, necessidade e hábitos de compra. 


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