Aprenda a fazer anúncios no Facebook

Com 15 anos de existência e uma base com mais de 2,3 bilhões de usuários diários, o Facebook é a maior rede social do mundo e teve um faturamento em 2018. 38% a mais do que no ano anterior, de U$ 55 bilhões. Nada mal para uma empresa que passou por várias polêmicas nos últimos anos e enfrenta boatos que afirmam o fim de seu reinado no mundo digital. 

É verdade que outras redes sociais também estão crescendo anualmente e que outras plataformas vêm surgindo para ampliar os tentáculos do marketing digital, mas é inegável o crescimento da empresa a cada ano de vida, permanecendo sempre no topo de usuários, faturamento, empresas envolvidas e engajamentos. Investir em anúncios no Facebook é um bom negócio e não deve ser negligenciado. 


O valor do Facebook

Há quem afirme que o Facebook está morrendo pelo excesso de usuários, o fortalecimento do Instagram e mais uma boa variedade de informações negativas sobre a rede social. E todas elas são contrárias aos números, que só demonstram a sua importância e potência em gerar lucros para si e seus associados. 

Em um ano o crescimento de anúncios pagos no Facebook foi de 86%, em mais de 54 países. Com ferramentas mais atualizadas e bem mais fáceis para criar anúncios, assim como uma gradual diminuição da veiculação das postagens orgânicas, a opção dos anúncios pagos só faz crescer e representa uma parte significativa no orçamento de marketing das empresas. 

Parte integrante dos planos de mídias de grandes empresas, o Facebook passa por todas as etapas da venda, desde a atração do público-alvo até a sua conversão. O estímulo não se deve apenas à imensa base de usuários que apresenta, que já chama bastante atenção, mas pela capacidade de segmentação do público-alvo e das métricas. 

Na prática o Facebook agora possui uma família de tops digitais, que inclui o Instagram, o WhatsApp e o Messenger. Disputando os primeiros lugares em base de clientes e faturamento, é possível criar anúncios mesclados entre as redes sociais, em campanhas conjuntas por um público em comum. O grupo é um intenso impulsionador de impressões qualificadas, e cada um traz um tipo de oportunidade de negócios que podem ou não serem agrupadas. 


Como criar anúncios

Com tanto sucesso é difícil entender por que o Facebook recebe tantas críticas e comentários derrotistas. Uma das respostas pode ser o fracasso de algumas empresas ao anunciarem na rede, que não buscam identificar o que aconteceu com suas estratégias e preferem culpar a plataforma. 

Em geral as empresas, principalmente as pequenas e micro, não sabem como conseguir resultados em anúncios do Facebook, porque não reconhecem seu público-alvo. Como resultados negativos proliferam como um vírus é importante aprender com erros, mas não se influenciar por eles. 

Com uma base tão grande de usuários e a quantidade de dados que recebe deles diariamente, o Facebook acumula conhecimento sobre eles. As informações são dadas voluntariamente, e indicam a idade, localização, estado civil, profissão, nível educacional, interesses, hobbies e muito mais, permitindo à rede criar ferramentas de segmentação mais assertivas.

Dessa forma, os anúncios criados não precisam ser expostos e veiculados para todos, mas apenas para aquelas pessoas que possuem características definidas pela marca. Elas possuem muito mais chances de se identificar com a mensagem do anúncio e se tornar um provável cliente. 

Os anúncios não são só de produtos, mas também de serviços, locais e eventos. Uma das formas de identificar os interesses é sobre os grupos que pertence, as páginas que segue, os locais que marca presença e os tipos de eventos que tem. 

Eles podem aparecer no feed de notícias como se fosse uma postagem de um amigo ou página, mas possuem em suas extremidades alternativas para curtir a página. E também um call-to-action no canto inferior que pode ter mensagens, como Cadastre-se, Baixar, Fale Conosco, Saiba mais, Compre agora, Assista o Vídeo entre outros, que são oferecidos pela rede durante a produção do anúncio. 

A política de anúncios do Facebook é diferenciada e vem sendo copiada por outras redes que reconhecem a inovação. Um exemplo é o tipo de propaganda oferecida pelo YouTube, mais agressiva e que muitas vezes obriga o usuário assistir para dar seguimento ao seu programa. A resposta da maior parte da audiência é de rejeição. 

Muitos tiram o áudio, vão resolver algo fora do computador, enquanto a publicidade passa ou aguardam sem prestar atenção na mensagem, simplesmente porque foi obrigado a assistir. Esse tipo de interrupção é semelhante ao marketing tradicional, com os comerciais rompendo a programação normal de um programa de TV. 

O marketing digital tem outra proposta, muito mais voltada para uma de suas técnicas chamadas de inbound marketing e que se aproxima do tipo de anúncio oferecido pelo Facebook. Os anúncios fazem parte do fluxo de navegação do usuário, que pode encontrar o anúncio e permanecer navegando sem ser interrompido. 

A preocupação do Facebook era tanta em não tornar os anúncios um fardo, que no início de suas inserções eles ficavam num canto da página, sem chamar muita atenção. A forma como eles estão disponibilizados, hoje, não altera a experiência do usuário e ainda valoriza a marca divulgada. 

Atualmente, o Facebook disponibiliza cinco tipos de anúncios, no feed de notícias para computador ou smartphone, na barra lateral para computadores, em audience network para smartphones e no Instagram. Os anúncios nos feeds de notícias e na barra lateral são rapidamente identificados, mas o audience network são anúncios publicados em apps parceiros. 

Para criar os anúncios, o Facebook também vem proporcionando experiências diferentes para cada nível de compreensão tecnológica. A primeira opção e mais comum é através do gerenciador de anúncios, presente na fanpage ou que surge como link em uma postagem. A opção mais avançada é o Power Editor, com mais opções para personalizar os anúncios.

Logo no começo da preparação do anúncio o Facebook pergunta qual o resultado que deseja ter, como atrair novos seguidores, envolvimento com as publicações, conversão, instalação de aplicativos, entre outros. De acordo com a resposta ele indicará um formato mais compatível. 

Em seguida é preciso escolher uma imagem ou vídeo, criar um texto publicitário atraente e fazer a segmentação do seu público-alvo. É possível selecionar mais de uma imagem sem custo, mas o Facebook barra as que possuírem textos que não forem da logomarca. 

A próxima etapa é selecionar detalhes da campanha, com o orçamento que será destinado por dia ou tempo de duração determinado. O próprio Facebook sugere orçamento diário, para ter mais controle sobre os resultados que a campanha está gerando. A opção de valor pode ser calculada por dia, período ou vitalício, com uma divisão do orçamento total. Há ainda a otimização de lances, processo mais avançado que corresponde ao CPC e CPM (que são custos médios por clique ou por impressão).

Os anúncios do Facebook podem ter valores bem baixos para iniciantes e quem deseja testar as opções, assim como pode ter um alto custo de investimento. O importante é que a empresa é quem define quanto vai investir nos anúncios e como deseja que eles sejam realizados. Uma realidade que não existe em mídias tradicionais e ainda é capaz de trazer resultados surpreendentes.  

Anunciar no Facebook é bem mais simples do que parece ser. Com explicações bem objetivas e visuais, fáceis de assimilação, é possível criar anúncios criativos e interessantes que podem impulsionar suas publicações e páginas com seu público-alvo. E quando o assunto é marketing digital nós podemos te ajudar! Acesse o site da RedaWeb ou ligue para nós no 0800 750 5564 caso queira assinar um plano de produção de conteúdo.