Inteligência artificial impulsiona as redes sociais

A inteligência artificial é anunciada como uma espécie de salvação da economia e também uma fonte de destruição social. O maior medo das sociedades atuais sobre o tema é que a mão de obra seja substituída por robôs e falte empregos em um futuro próximo. Retratada na ficção muitas vezes de forma catastrófica, a inteligência artificial já está presente em nosso cotidiano e nem percebemos o quanto. 

As empresas estão sempre em busca de novidades e do que possa lhe trazer economia sem perder a qualidade de seus produtos e serviços. No marketing digital, ela é uma realidade, capaz de otimizar principalmente os trabalhos nas redes sociais.


A inteligência artificial no cotidiano

Os filmes de Hollywood gostam de projetar suas expectativas sobre o futuro e no fim do século XX foram lançadas várias produções que indicavam como poderia ser a vida das grandes cidades. Se muitos tinham uma atmosfera sombria e com ares espaciais, todos foram unânimes em acertar que esse seria o século da tecnologia. 

Lançado em 1989, o filme De Volta Para o Futuro 2 mostrava a viagem de Marty MCFly e Doc Brown para o ano de 2015, através de um carro voador movido a combustível orgânico. Apesar das inúmeras tentativas, esse tipo de veículo parece bem distante de nossa realidade, assim como o combustível, mas outras inovações estão bastante presentes no dia a dia, como a televisão de tela plana, os filmes em 3D, os cartões pré-pagos e os drones. 

Enquanto a curiosidade sobre a vida em outros planetas é bastante recorrente, é na busca em criar computadores que “pensam” como humanos e possuam uma inteligência ilimitada que os filmes mais causaram impacto. Clássicos futuristas como Metropolis, 2001 – Uma Odisséia no Espaço, Blade Runner, O Exterminador do Futuro, Matrix, AI Inteligência Artificial, Eu Robô, Ela e o Homem Bicentenário mostram variações do que seria a inteligência artificial em nosso cotidiano.

Um dos assuntos mais recorrentes do momento, a inteligência artificial se faz presente no cotidiano das pessoas e das cidades de formas surpreendentes. É comum pensar nela sob a forma de carros automáticos, sistemas que encontram erros e se autocorrigem e até em mecanismos que facilitam o dia a dia. 

O mecanismo de uma inteligência artificial é semelhante à linguagem dos programas já utilizados, mas não com a mesma lógica. Pode ser uma programação simples em que X responde a Y, mas os mais interessantes são os que tentam reproduzir o funcionamento de neurônios do ser humano. Como as células, as conexões vão sendo transmitidas para cada uma e combinando outros dados. 

Há várias especialidades de estudo sobre inteligência artificial, com a criação de robôs de vários tipos. Alguns são mais direcionados para os sentidos motores, enquanto outros podem conversar e entender uma conversação. Como são muito complexas, não há uma dedicação científica que se direcione a construir um tipo de replicante, uma reprodução humana total como nos filmes. 

O foco é se dedicar a detalhes de mecanismos eletrônicos e atividades que possam agilizar ainda mais os resultados de uma empresa. A automatização não está só nas indústrias, mas até mesmo no setor comercial e no relacionamento com o cliente. 


Como é a inteligência artificial nas redes sociais

O marketing digital possui uma complexidade crescente, bem distante do tradicional que se baseava em planejamento de campanha, condução das estratégias, plano de mídia, exposição de anúncios e vendas. Hoje, a interação tão próxima e imediata de consumidores e empresas torna as técnicas muito mais elaboradas. 

A presença em redes sociais é aparentemente fácil, mas requer muito cuidado para manter uma comunicação positiva e bem-sucedida, com foco em trazer os resultados almejados. É péssimo fazer uma postagem e não receber qualquer tipo de interação, que mais adiante repercute objetivos frustrados. 

Ter uma interação mais ampla e chegar aos resultados desejados requer investimentos. E, com o volume gerado de interações, também é preciso contratar mais pessoas para não deixar os clientes sem respostas. 

A solução para essa questão é o uso da inteligência artificial. Algumas redes sociais, como o Facebook, oferecem uma espécie de colaborador virtual, capaz de responder mensagens, observar o movimento da página e interagir com seu público como se fosse de fato um analista. 

Há ainda o reconhecimento de imagens nas fotos e vídeos publicados, que vai além da face pessoal e pode identificar o produto mesmo sem o uso de hashtag. Dessa forma, a publicação de um usuário não passa mais despercebida pelo monitoramento. 

O Facebook saiu na frente com a implantação da inteligência artificial e oferece ao seu usuário a possibilidade de classificar seu feed de notícias, para que seja exibido aquilo que for escolhido como mais relevante. 

Os seus algoritmos já possuem inteligência artificial, mas requerem impulsos para serem utilizados em dados multimídias. Enquanto isso, o Remarketing é o direcionamento publicitário na timeline do Facebook, a partir da identificação do perfil do cliente e de seus hábitos na web. 

Outra ferramenta da inteligência artificial é o Big Data, um banco de dados que classifica os clientes a partir de sua localização, os tipos de compras que vêm realizando na web, seu histórico de navegação e até mesmo o seu comportamento offline. Essa análise pode ser bastante apurada, a ponto de saber em que fase o cliente está mais propenso ao consumo ou precisando de um determinado serviço. 

Os filtros colaborativos são fundamentais para as lojas online, fazendo uma triagem entre os visitantes do site através de gostos afins. Essa ferramenta de marketing de produtos identifica clientes que fizeram as mesmas compras e direcionam suas campanhas para que comprem os mesmos tipos de produtos nos próximos meses. Esse “pacote de personalização” dinamiza as ações e permite identificar padrões de compras.

Ao visitar um site, o visitante pode se deparar com um chatbot, uma conversa introdutória que serve para apresentar o ambiente para o cliente e coletar informações básicas sobre seus interesses e contato. Essa ferramenta de inteligência artificial permite dar continuidade ao marketing em clientes potenciais e eliminar os improváveis. 

A coleta de informações de clientes é um dos principais focos das ferramentas de inteligência artificial. Quanto mais dados forem coletados, mais personalizada será a estratégia e mais assertiva nos resultados. O entendimento do comportamento do visitante ajuda a proporcionar a ele experiências mais inovadoras e impactantes, com o uso da interface passiva da inteligência artificial. 

Ela identifica os desejos e necessidades do consumidor, a partir da coleta de dados do seu consumo e comportamento na web. Dessa forma, a inteligência artificial pode indicar a solução certa para esse cliente e melhorar ainda mais sua experiência com a marca. 

Outro viés da inteligência artificial é a criação de perfis fakes e que enviam mensagens falsas para criar números. Alguns podem escrever avaliações inexistentes, mas que sejam positivas para a marca e a impulsione. Assim como algumas páginas com grande número de seguidores, mas com pouquíssimo engajamento, já que boa parte deles são criados pela inteligência artificial apenas para criar volume. 

A inteligência artificial é uma realidade de nosso século e está presente em praticamente tudo em nosso cotidiano. Em especial nas redes sociais, ela vem dinamizando e otimizando seu uso, criando uma série de possibilidades, tanto para o usuário quanto para as empresas.

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